Gostaria de começar este artigo com uma pergunta: Porque erramos, quando estamos convictos do acerto? Este questionamento surgiu em meio a uma aula de pós-graduação em gestão e planejamento estratégico. Mas, sei que ela já existia dentro de mim há muito tempo, pois, meus sofrimentos pelos fracassos foram muitos nos âmbitos: pessoal, familiar e coorporativa. Porém, constatei que na maioria dos casos tem haver com: inteligência e diligência ou planejamento estratégico e execução eficiente, para então, alcançarmos a eficácia. Leia +
Portanto, apressar-se devagar, penso que poderia ser o lema incorporado por todos aqueles que queiram alcançar seus objetivos, com sucesso. Pois, Apressar-se é agir com inteligência/planejamento e devagar é ser diligente/eficiente. A inteligência é a faculdade responsável pelo entendimento, pensamento - planejamento. Diligência é execução de qualquer tarefa com presteza, cuidado ativo, fazer com prontidão - eficiência. Natural que o homem planeje com julgamento e inteligência, porém, ele precisa acreditar no que planejou para executar com desembaraço. Mas, para tanto, precisa estar atento ao plano e avaliá-lo com muito cuidado, caso contrario, pode ser vitima fatal do seu próprio erro, veja o que aconteceu com o corvo na fábula de Isopo: “O Corvo e a cobra”.
Ao sobrevoar uma floresta, um corvo faminto observou que uma cobra dormia sobre as pedras. A serpente parecia estar em sono profundo. Aproveitando-se da situação, o corvo decidiu atacá-la. Pousou, andou até as pedras sem fazer barulho nenhum e, ao dar a primeira bicada, a cobra acordou.
Como o pássaro estava certo de que seria uma presa fácil, nem tinha se dado ao trabalho de segurar a cobra com suas garras, e a serpente se enrolou em torno dele. Vendo que a morte estava próxima, o corvo pensou: “De que me adiantou encontrar um banquete se ele vai custar a minha vida?
O corvo pesquisa e encontra o seu alvo, julga e planeja, depois, parti para ação. Ótimo! Ele apressou-se. Contudo, foi surpreendido pela cobra, faltou-lhe então, o devagar, faltou-lhe, apressar-se devagar, se assim tivesse executado, teria obtido o resultado desejado - eficácia.
Então, porque erramos, quando estamos convictos do acerto? Agimos como o corvo! Avançamos com muita sede ao pote, levamos tempo em desenvolver nossos planos estratégicos para nos ajudar a alcançar o nosso alvo; elaboramos o prazo, o método e até o quanto pode nos custar. Porém, na maioria das vezes, falhamos na execução por não cremos naquilo que planejamos, pois a conquista não é oferecida àquele que conhece mais, mas àquele que crê mais. Por isso, precisamos apressar-se devagar.
Fiquemos atentos em não acumularmos tarefas, postergar decisões relevantes, resolver problemas urgentes, mas não importantes e, sobretudo, não se esquecer de avaliar. Para tudo isto precisamos de atitude: agirmos com prontidão, preparados para todos os tipos de surpresas e percalços, sabendo sempre que qualquer falha pode nos custar muito caro. Pense nisso! Amigo (a) leitor (ra)
Francisco Dias Filho
Portanto, apressar-se devagar, penso que poderia ser o lema incorporado por todos aqueles que queiram alcançar seus objetivos, com sucesso. Pois, Apressar-se é agir com inteligência/planejamento e devagar é ser diligente/eficiente. A inteligência é a faculdade responsável pelo entendimento, pensamento - planejamento. Diligência é execução de qualquer tarefa com presteza, cuidado ativo, fazer com prontidão - eficiência. Natural que o homem planeje com julgamento e inteligência, porém, ele precisa acreditar no que planejou para executar com desembaraço. Mas, para tanto, precisa estar atento ao plano e avaliá-lo com muito cuidado, caso contrario, pode ser vitima fatal do seu próprio erro, veja o que aconteceu com o corvo na fábula de Isopo: “O Corvo e a cobra”.
Ao sobrevoar uma floresta, um corvo faminto observou que uma cobra dormia sobre as pedras. A serpente parecia estar em sono profundo. Aproveitando-se da situação, o corvo decidiu atacá-la. Pousou, andou até as pedras sem fazer barulho nenhum e, ao dar a primeira bicada, a cobra acordou.
Como o pássaro estava certo de que seria uma presa fácil, nem tinha se dado ao trabalho de segurar a cobra com suas garras, e a serpente se enrolou em torno dele. Vendo que a morte estava próxima, o corvo pensou: “De que me adiantou encontrar um banquete se ele vai custar a minha vida?
O corvo pesquisa e encontra o seu alvo, julga e planeja, depois, parti para ação. Ótimo! Ele apressou-se. Contudo, foi surpreendido pela cobra, faltou-lhe então, o devagar, faltou-lhe, apressar-se devagar, se assim tivesse executado, teria obtido o resultado desejado - eficácia.
Então, porque erramos, quando estamos convictos do acerto? Agimos como o corvo! Avançamos com muita sede ao pote, levamos tempo em desenvolver nossos planos estratégicos para nos ajudar a alcançar o nosso alvo; elaboramos o prazo, o método e até o quanto pode nos custar. Porém, na maioria das vezes, falhamos na execução por não cremos naquilo que planejamos, pois a conquista não é oferecida àquele que conhece mais, mas àquele que crê mais. Por isso, precisamos apressar-se devagar.
Fiquemos atentos em não acumularmos tarefas, postergar decisões relevantes, resolver problemas urgentes, mas não importantes e, sobretudo, não se esquecer de avaliar. Para tudo isto precisamos de atitude: agirmos com prontidão, preparados para todos os tipos de surpresas e percalços, sabendo sempre que qualquer falha pode nos custar muito caro. Pense nisso! Amigo (a) leitor (ra)
Francisco Dias Filho
Instituto Ananduá
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